O rei está nu. Na verdade, é a rainha que está nua. Ninguém, em sã consciência, pode dizer que o governo Dilma Rousseff vai bem. A divulgação da taxa de crescimento do País no ano passado - 2,7% - foi uma espécie de pá de cal. O resultado foi péssimo, basta comparar com os países da América Latina. Nem se fala se confrontarmos com a China ou a Índia. Mas a política de comunicação do governo é tão eficaz (além da abulia oposicionista) que a taxa foi recebida com absoluta naturalidade, como se fosse um excelente resultado, algo digno de fazer parte dos manuais de desenvolvimento econômico. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, sempre esforçado, desta vez passou ao largo de tentar dar alguma explicação. Preferiu ignorar o fracasso, mesmo tendo, durante todo o ano de 2011, dito e redito que o Brasil cresceria 4%.
A presidente esgotou a troca de figurinos. Como uma atriz que tem de representar vários papéis, não tem mais o que vestir de novo. Agora optou pelo monólogo. Fala, fala e nada acontece. Padece do vício petista de que a palavra substitui a ação. Imputa sua incompetência aos outros, desde ministros até as empresas contratadas para as obras do governo. Como uma atriz iniciante após um breve curso no Actors Studio, busca vivenciar o sofrimento de um governo inepto, marcado pelo fisiologismo. Seu Ministério lembra, em alguns bons momentos, uma trupe de comediantes. O sempre presente Celso Amorim - que ignorou as péssimas condições de trabalho dos cientistas na Antártida, numa estação científica sucateada - declarou enfaticamente que a perda de anos de trabalho científico deve ser relativizada. De acordo com o atual titular da Defesa, os cientistas mantêm na memória as pesquisas que foram destruídas no incêndio (o que diria o Barão se ouvisse isso?). Como numa olimpíada do nonsense, Aloizio Mercadante, do Ministério da Educação (MEC), dias atrás reclamou que o Brasil é muito grande. Será que não sabe - quem foi seu professor de Geografia? - que o nosso país tem alguns milhões de quilômetros quadrados? Como o governo petista tem a mania de criar ministérios, na hora pensei que estava propondo criar um MEC para cada região do País. Será? Ao menos poderia ampliar ainda mais a base no Congresso Nacional. Mas o triste espetáculo, infelizmente, não parou. crédito: http://brasilacimadetudo.lpchat.com/index.php | ||
domingo, 18 de março de 2012
Governo Petista? Que Governo?
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Ensinamentos de um ancião Maia
- E o Homem sentou sozinho, numa tristeza profunda. E todos os animais sentaram e disseram:
"Não gostamos de ver você tão triste. Peça-nos o que quiser e você o terá."
- O Homem disse:
"Quero ter boa visão."
- A águia respondeu:
"Terá a minha"
- O Homem disse:
"Quero ser forte."
- A onça disse:
"Vai ser forte como eu."
- Então o Homem disse:
"Quero saber os segredos da Terra."
- A serpente respondeu:
"Vou revelá-los a você."
- E assim foi com todos os animais. E quando o Homem tinha tudo que eles podiam dar ele partiu. E então a coruja disse aos outros animais:
"Agora o Homem sabe muito e pode fazer muitas coisas. De repente tenho medo."
- A corça disse:
"O Homem tem tudo de que precisa. Agora sua tristeza vai acabar."
- Mas a coruja respondeu:
"Não. Eu vi um vazio no Homem. Grande como uma fome que ele nunca vai saciar. É isso o que o deixa triste e isso o que o faz querer mais. Ele vai pegando e pegando, até um dia em que o mundo dirá:
'Não mais existo e nada mais tenho para dar'."
"Não gostamos de ver você tão triste. Peça-nos o que quiser e você o terá."
- O Homem disse:
"Quero ter boa visão."
- A águia respondeu:
"Terá a minha"
- O Homem disse:
"Quero ser forte."
- A onça disse:
"Vai ser forte como eu."
- Então o Homem disse:
"Quero saber os segredos da Terra."
- A serpente respondeu:
"Vou revelá-los a você."
- E assim foi com todos os animais. E quando o Homem tinha tudo que eles podiam dar ele partiu. E então a coruja disse aos outros animais:
"Agora o Homem sabe muito e pode fazer muitas coisas. De repente tenho medo."
- A corça disse:
"O Homem tem tudo de que precisa. Agora sua tristeza vai acabar."
- Mas a coruja respondeu:
"Não. Eu vi um vazio no Homem. Grande como uma fome que ele nunca vai saciar. É isso o que o deixa triste e isso o que o faz querer mais. Ele vai pegando e pegando, até um dia em que o mundo dirá:
'Não mais existo e nada mais tenho para dar'."
Retirado do filme Apocalyto, de Mel Gibson.
"Quando a última árvore for cortada,quando o último rio for poluído,quando o
último peixe for pescado, aí sim eles verão que dinheiro não se come..."
(Chefe Sioux)
último peixe for pescado, aí sim eles verão que dinheiro não se come..."
(Chefe Sioux)
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